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sábado, 23 de março de 2013

Educaçao

ENTRE OS MUROS DA ESCOLA

Mesmo parecidas em estrutura, cada sala de aula guarda um universo particular. Descubra estas realidades. Saiba como anda a educaçao nos quatro cantos do planeta.









 Fonte: Revista Super Interessante - Editora Abril - Ediçao 314 - Janeiro/2013 - págs. 66 a 71

Comentário:

Eu postei essa reportagem para que nós pudéssemos comparar e ver como as salas de aula podem variar, de país para país, dependendo da riqueza, da cultura, da religião do país etc.
Eu percebi que nos países mais pobres há mais crianças nas classes e as legendas mostram que muitas crianças estão fora da escola, ou seja, deve haver poucas escolas.
Eu achei interessante saber que, na sala de aula de Bahrein, muitas meninas acham seu uniforme "terrível". Eu também detestaria usar uma roupa dessas no calor!

Política

Disputa entre os estados pelos royalties do petróleo
Enquanto a maioria das cidades e estados brasileiros se prepara para discutir o uso dos recursos dos royalties, as unidades da Federação ditas produtoras de petróleo pressionam contra a redistribuição aprovada  pelo Congresso Nacional, armadas para uma guerra política e jurídica que deverá se desenrolar no Supremo Tribunal Federal. O motivo da insatisfação desse grupo – formado principalmente por fluminenses e capixabas – fica claro quando se avalia o crescimento expressivo do montante arrecadado na última década com a compensação financeira pela exploração do produto e as previsões de novas receitas: entre 2001 e 2012, o valor repassado pelas empresas exploradoras para o Tesouro Nacional em royalties e com a chamada participação especial aumentou nove vezes, passando de R$ 3,9 bilhões para R$ 31,5 bilhões.

Desde 2009, quando começaram as discussões no Congresso sobre a redistribuição dos recursos, o volume arrecadado somou R$ 94,3 bilhões, dos quais mais de 90% ficaram com o Rio de Janeiro e o Espírito Santo. O projeto levado a debate naquele ano, de autoria dos deputados Ibsen Pinheiro (PMDB-PI) e Humberto Souto (PPS -MG), propunha que 40% dos royalties e 50% da participação especial da produção de petróleo ficassem com a União e que o restante fosse dividido entre os entes da Federação de acordo com as regras dos fundos de Participações dos Estados (FPE) e dos Municípios (FPM).

Aprovada em 2010, a emenda foi vetada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que indicou a necessidade de definição de regras que evitassem perdas impactantes para o Rio de Janeiro e do Espírito Santo. O veto reabriu a discussão do projeto de lei do senador Wellington Dias (PT-PI), que foi aprovado no Senado e na Câmara e, posteriormente, vetado pela presidente Dilma Rousseff. Um dos vetos dela foi dado a artigo que alterava a divisão das receitas provenientes dos campos atualmente em exploração. Com isso, as novas regras valeriam apenas para contratos futuros.

Até a aprovação da nova lei, os royalties eram divididos na seguinte proporção: 30% para a União, 26,25% para estados e municípios produtores, 8,75% para municípios afetados, 7% para estados não produtores e 1,75% para municípios não produtores. Em 2020, segundo o que foi aprovado pelo Congresso, os repasses serão: 20% para a União, 20% para estados produtores, 4% para municípios produtores, 2% para municípios afetados, 27% para estados não produtores e 27% para municípios não produtores.

Fonte: "Site" do jornal Diario de Pernambuco (www.diariodepernambuco.com.br) - Publicação: 11/03/2013 08:28 - Autor da matéria: Marcelo da Fonseca



Comentário:

Sinceramente, eu não acho correto que os estados não produtores de petróleo passem a receber juntos mais "Royalties" do que os estados produtores, que sempre tiveram e continuarão tendo todo o trabalho. Isso não me parece justo!

Além do mais, como ficará a situação do Estado do Rio de Janeiro, por exemplo, que já contava com esse dinheiro e, mesmo assim, tinha problemas financeiros?

É verdade que todos os estados brasileiros precisam de dinheiro, mas os que não produzem petróleo tinham que arrumar outra maneira de resolver esse problema, sem prejudicar os estados produtores.
 

Cultura


Comentário:

Quem diria que semáforos poderiam ser interessantes? Eu não podia imaginar que o trânsito de carruagens puxadas a cavalo já era organizado por lanternas verdes e vermelhas.

Na verdade, nem sabia que já existiam lanternas na época em que os automóveis ainda não existiam.

O policial de trânsito que inventou os semáforos foi bem inteligente na escolha das cores, pois acho que não funcionariam tão bem se, ao invés de verde, amarelo e vermelho, ele tivesse escolhido, por exemplo: roxo, rosa e azul.

Ciências


 
 
Comentário:
 
 
Se essa teoria estiver certa, talvez os gordinhos não tenham total culpa por seu excesso de peso.

Se essa bactéria também existir nos humanos, crianças gordinhas que ainda não tenham bons hábitos de higiene, como lavar as mãos após ir ao banheiro, poderiam transmitir a bactéria para as crianças magrinhas e, assim, elas poderiam se tornar adultos obesos, sem saber o porquê.

Ainda não foram feitos estudos para saber se essa bactéria existe em seres humanos, mas pelo menos já sabemos que não devemos juntar nosso ratinho mais gordinho com o mais magrinho.